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terça-feira, 26 de maio de 2015

Teatro na década de 30


          Teatro é uma arte que um ator ou um grupo de atores interpretam uma história ou alguma atividade de diversos temas como drama, comédia etc. Tudo isso ocorre em público ou em determinado lugar.
         Na década de 30 predominavam, o teatro brasileiro, surgindo vários espetáculos humorísticos nos centros das cidades, tudo centrado em um ator principal, pois ele era muito valorizado pelo seu trabalho de conseguir se comunicar diretamente com o público, principalmente suas habilidades de improvisação. O ator era em geral, dono das principais atrações. Jaime Costas e Dulcina de Morais são exemplos.
        No final dos anos 30, foi se surgindo muitos grupos amadores, formados por universidades, intelectuais e profissionais mais liberais, então virou uma febre pois vários artistas foram surgindo apresentando novos temas. Ocorreu uma mudança nos donos de espetáculos, pois aumentou a concorrência e na maioria das vezes muitos se juntavam e faziam grupos teatrais.
     


Bibliografia: http://www2.tvcultura.com.br/aloescola/historia/cenasdoseculo/nacionais/teatrobrasileirodecomedia.htm


Nome: Marcelo Jonathan Cabral Oliveira         Numero: 20
Serie/Turma: 3° E

O teatro na Oceania



     O teatro é uma forma de arte em que uma pessoa com um conjunto de outros, que chamamos de autor e autores, interpretam  uma historia ou uma demonstração para um público em determinado lugar, com a ajuda de dramaturgos ou de situações feitas sem nenhum plano ou ensaio, o espetáculo tem como forma mostrar o sentimento ao publico que ali estar assistindo a encenação .
      A arte da Oceania , que tem uma influência da Austrália e da Nova Zelândia,  se expressavam desde o inicio de sua colonização, quando a Inglaterra enviava presos  que eram considerados ameaça para marcar o inicio do teatro oceânico com atuações amadoras.
     Atualmente  o teatro da Oceania , mais especificamente, da Austrália,  é bastante valorizado sendo que o governo oferece ajuda financeira para  cobrir os gastos de suas companhias de teatro por todo país, que também inclui uns dos edifícios de Teatro mais importantes e conhecidos , é o Teatro de Sydney, um grande ícone da Austrália, pois os australianos são extremamente apaixonados por tudo que é arte.
     Devido sua única colonização, feita pelos ingleses, ajudaram na evolução da arte que eram feitas por artes indígenas aborígenes  que só tinha apenas um acesso a civilização até a chegada  dos ingleses, fazendo que desenvolvessem  a sua arte, técnicas submetidas á paisagem natural de cada região.

Bibliografia


Rodrigo Gabriel Rodrigues Leite Vieira
Nº 27




segunda-feira, 25 de maio de 2015

Teatro na Ásia- Década de 30



          O teatro se originou na Grécia, como forma de divertimento e com o tempo foi se expandindo por todo o mundo. No continente asiático, o teatro  se iniciou com danças, rituais e com expressões dramáticas que predominam até os dias atuais. O teatro passou a ser conhecido no ocidente no final do século XIX, o simbolismo teve uma grande influência sobre as criações de roteiros, interpretações e encenações de algumas peças.

        O teatro chinês, passou a ser dominado pela Ópera de Pequim. Nela se dá importância à interpretação, ao canto, à dança e às acrobacias além do texto literário. 

         Na Índia, o teatro baseava-se em histórias tiradas da época hindu, e o palco apresentava decorações trabalhosas, mas não se usavam técnicas de representação. Os movimentos de cada parte do corpo, a recitação e a canção eram rigidamente codificados. As marionetes e o teatro dançado, também foram grandemente apreciados em vários momentos da história da Índia.  
       
             O teatro japonês pode ser destacado em um dos estilos asiáticos mais conhecidos, o nô, que é o teatro mais clássico do Japão, ele é estilizado, e faz uma harmonia de dança, música e teatro. Outros estilos dramáticos japoneses são o bugaku, um sofisticado teatro dançado, e um teatro de bonecos ou marionetes, chamado bunraku.    
                                                                                                                                                            O teatro tailandês apresenta-se à base de danças e exibe cinco estilos: O Khon, o mais conhecido, possui espetáculos maravilhosos utilizando belas máscaras; o Lakhon, a clássica dança tailandesa, executa histórias populares de diversos temas representados por homens e mulheres; o Likay constitui uma mistura de folclore e a clássica música tailandesa, encenando histórias e lendas populares com um elenco de cantores, músicos, bailarinos e malabaristas. Há o teatro com marionetes que contam histórias clássicas e populares. O Lakhon Lek ou Huan Lung são teatros de marionetes. Alguns dos mais importantes autores teatrais foram: Yashiro; Seiichi; Kinoshita; Junji; Tchekhov. Algumas das peças mais marcantes foram: Vanished at dawn; The red tunic; Funa benkei; O cerejal; O urso; Ubu Rei.

           O continente asiático envolve uma rica e atuante cultura. A Ásia sempre foi de pesquisas sobre qualquer coisa que se poderia obter algum tipo de conhecimento. Apesar de inúmeras guerras, tanto civis quanto mundiais, a Ásia pode ser pesquisada a fundo sobre sua história e cultura considerada por muitos rica e fascinante.

Bibliografia:


http://www.culturajaponesa.com.br/htm/kabuki.html
http://sadame.wordpress.com/2008/06/25/teatro-kabuki/
http://www.wikipedia.com.br
http://www.teatro.meti2.com.ar/historiauniversal/culturasteatrales/teatrojapones/teatrojapones.htm
http://www.bdteatro.ufu.br/pesquisa.php?q=teatro



Aluna:  Suelen Soares  29

O teatro na África durante os anos 30


Durante muito tempo, muitos mitos e preconceitos esconderam a verdadeira história da cultura africana. Os povos africanos passavam por sociedades que não poderiam ter uma história. Certamente um grande erro, pois o continente africano tem uma vasta riqueza de etnias e culturas, a exemplo do teatro africano que começou a ser introduzido no continente na década de 30, pelos missionários com o objetivo de catequizar os povos africanos pagãos.
A igreja teve um importante papel na introdução dessa arte no continente e assim se mantém na atualidade, tendo uma forte influência em grupos teatrais. Nos anos que se seguiram poucos foram os grupos teatrais que conseguiram manter-se na independência e liberdade teatral em meio a um cenário político conturbado, contudo houve uma proliferação de grupos que se apresentavam diariamente, pois não lhes faltava vontade e entusiasmo para fazerem teatro, em salas improvisadas e clubes de bairro.

Naquela década não havia muitos meios técnicos nem formação apropriada todos se ajudavam pela paixão mutua que compartilhavam pela arte. Dependiam da improvisação e das mesmas exaustivas técnicas, muitas vezes escreviam seus próprios textos dramáticos dependendo muito da improvisação, quase sem cenários e sem obedecer às convenções mínimas de tempo e espaço teatrais.

Europa - Teatro na década de 30

O continente europeu por ser antigo e desenvolvido, é rico em cultura esteve grandes referências teatrais, devido importantes acontecimentos que tiveram seus reflexos também na década de 30, tais como a Revolução Industrial, a Crise de 1929 e a Segunda Guerra Mundial. A influência causada na sociedade, fez com que o teatro europeu fosse marcado por diversas transformações, retratando elementos realistas e fantasiosos.
Durante este período a Europa ainda possuía alguns movimentos vanguardistas como o Expressionismo e Surrealismo. O teatro expressionista surgiu na Alemanha na época da Primeira e da Segunda Guerra Mundial, com o objetivo de retratar a subjetividade humana, para os autores a realidade está nos sentimentos e não no que vemos. Ideando a fuga da realidade e da convencionalidade teatral, o teatro surrealista é marcado também pelas Grandes Guerras Mundiais, propondo a eliminação de enredo, a falta de coerência, personagens que vivem fora da realidade.
Inspirados no Surrealismo e no Expressionismo surge o Teatro do Absurdo e o Teatro Épico. A autoria das peças de Eugéne Ionesco, caracterizado pelo enredo ilógico e as personagens chocantes recebeu o nome de teatro do absurdo, que busca demonstrar o desatino e a falta de soluções aos conflitos e indivíduos da época. O teatro épico surgiu no início da Segunda Guerra Mundial, sendo uma oposição ao teatro fantasioso e ao realista convencional, procurava retratar a realidade politizada no socialismo, sendo ele a melhor maneira de convivência da sociedade.
Alguns dramaturgos tiveram enorme reverência durante esta época. O francês Antonin Artud é o maior representante do surrealismo no teatro da crueldade, buscava através de suas peças teatrais livrar o espectador das regras impostas pela civilização e assim despertar o inconsciente da plateia. Bertold Brecht um dos maiores dramaturgos alemão, produzia suas peças teatrais baseadas na realidade, de forma que o espetáculo não envolvesse emocionalmente o público, para que o espectador pudesse pensar no que ver de forma crítica.
O teatro europeu da década de 30 não teve um padrão totalmente estabelecido, por ser uma época repleta de acontecimentos importantes, que proporcionou a diferença entre as concepções artísticas, tendo como domínios principais os realistas e os fantasiosos.

Bibliografia:

Por: Thaianne Gomes de Oliveira
Número: 31

quarta-feira, 13 de maio de 2015

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3º ano E