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terça-feira, 26 de maio de 2015

Escultura na América

          Escultura é uma arte que representa ou ilustra imagens plásticas em relevo total ou parcial. Existem várias técnicas de trabalhar os materiais, como a cinzelação, a fundição, a moldagem ou a aglomeração de partículas para a criação de um objeto. No início do século XX, muito jovens escultores da Europa foram para a América buscando melhores condições no continente que estava aumentando cada vez mais sua economia.
          Na década de trinta, as ideologias políticas da Europa influenciavam os escultores da América. À direita estavam os nativos que valorizam a Antiguidade Clássica e modelavam argila, À esquerda os imigrantes com influências expressionistas que tratavam de temas atuais da época e esculpiam diretamente em madeira ou pedras. Um exemplo de um líder de esquerda seria Anna Hyatt Huntington, escultora que fundou e liderou a Sociedade Nacional de Escultura, e que fundou o parque de esculturas, Brookgreen Gardens em South Carolina. A direita era representada pela sede da Sculptors Guild em Nova Iorque, cujo membro mais famoso foi William Zorach.
          No Brasil, a escultura refletia a Semana de Arte Moderna em 1922, com peças de feições apenas esboçadas e tratamento rústico de superfícies, explorava a materialidade e a pura volumetria, o que dava um aspecto de inacabado às composições e prepararia o caminho para o florescimento da escultura abstrata. Os principais escultores brasileiros eram: Victor Brecheret, Lasar Segall, Antônio Gomide, Elisabeth Nobiling, Julio Guerra e Ernesto de Fiori.
Lasar Segall: Três Jovens, 1939

Lucas Cosme de Souza - 17

Bibliografia:
https://www.boundless.com/art-history/textbooks/boundless-art-history-textbook/europe-and-america-from-1900-1950-ce-36/america-from-1930-1945-ce-228/sculpture-and-photography-815-10847/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Escultura_do_Brasil#A_escultura_brasileira_contempor.C3.A2nea
http://pt.wikipedia.org/wiki/Escultura
http://en.wikipedia.org/wiki/William_Zorach
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lasar_Segall

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Escultura europeia na década de 30

 O ano de 1930 marcou o inicio de uma década, que foi considerada uma das mais complexas e pós-crises econômicas ocorrentes na Europa. As correntes artísticas dessa época se colocavam a interpretar, apoiar e acompanhar a progressão da economia, da tecnologia e da civilização industrial.
 O marco dessa época foi o modernismo, que tinha como característica o desejo de unificar a criação e expressão, visando sobre tudo, abrir mão da dependência europeia.
Escultura da década 30. Escultor: Giacometti.
 Muitos artistas devido à crise saíram da Europa, e foram para outros países em busca de uma condição de vida melhor. Podemos pegar como exemplo os artistas Ottone Zorlini e Victor Brecheret.
 Mas nesse contexto, o correu o surgimento de um novo movimento nomeado de Surrealismo. Esse movimento foi caracterizado pelo fato dele querer balançar o fundamento da sociedade, criando um movimento que não haveria nenhuma unidade estética. Os temas viam através de seus pensamentos.
 O surrealismo teve dois momentos. O primeiro foi de 1922 a 1930, e o segundo de 1930 até o final da década 30. Mas esse movimento só teve seu apogeu na década 30.
Escultor Giacometti.
 Um grande destaque desse movimento e o escultor sueco Giacometti (10 de outubro de 1901 a 11 de janeiro de 1966). Em suas obras visava as figuras humanas, ele recuperava a capacidade expressiva da imagem e do objeto, acompanhando a figura neo-figurativa. Ele tinha como característica a repetição dos gestos formais e meios de expressões, que revela a imagem humana como uma linha vertical confrontado com o horizonte de mundo. Ele expressava isso com a deformação surpreendera das proporções, e o alongamento da sua escultura. Os personagens de suas obras eram demonstradas em grupos ou isoladas, com isso, ele queria mostra o sentido de descontextualização e o individualismo.
 Nesse período ele produziu algumas obras que caracterizaram o surrealismo, como L'Heure des Traces (1930), O Palácio às Quatro da Manhã (1932) e Mãos Sustentando o Vazio (1934).
 Esse foi o grande marco da década 30, o surrealismo veio para balançar a sociedade e mostrar o contexto da sociedade naquela época, entre muitos conflitos ocorridos na sociedade.

Bibliografia:
  

Nome: Adryele Fonseca              Número: 01

Esculturas africanas

           As esculturas africanas são uma parte muito rica e presente na cultura africana, que na década de trinta já era muito usada para representações cotidianas, religiosas e políticos pelo seu povo. Esta aí sua principal característica: a diversidade estilística entre cada escultura é gritante, e intimamente naturalista, o que faz as esculturas africanas serem cultuadas por todo o globo. Dentre os materiais utilizados se tem metais como cobre, a utilização de madeira e argila, e até ouro, o que exemplifica a diversidade citada anteriormente. Infelizmente, boa parte das esculturas nativas da África foram roubadas por colônias inglesas, e atualmente estão em posse de países europeus. Mesmo assim, o continente africano deixou sua marca cultural, uma marca diversificada e rica, que nunca deixará de se destacar nos livros de história, e também no DNA do povo africano.

Wagner Marques 
Número: 36


Bibliografia:
http://estudandoarteecristianismo.blogspot.com.br/2011/06/arte-africana-escultura.html?m=1

Postado por Luciane.

A escultura na Ásia

A produção de esculturas na Ásia é uma arte milenar, podendo ser encontradas esculturas datadas de mais de três milênios, na região da Mesopotâmia, onde hoje é o Oriente Médio, e também no extremo oriente na Índia, China, Japão entre outros.
As esculturas na Índia são, em sua maioria, herança da civilização do Vale do Indo, onde trabalhos em pedra e bronze foram descobertos, e considerados os mais antigos do mundo do mundo. Mais tarde, com o surgimento de religiões e até mesmo filosofias de vida como o hinduísmo, o budismo, e o jansenismo, esta região produziu alguns dos mais elaborados bronzes, a maioria ligados á religião.
Ao longo de toda a sua história a arte chinesa produziu esculturas de grande valor cultural e beleza única nos mais diversos materiais e tamanhos, porém estas não chegaram a ser consideradas obras de arte ou fruto de uma mente criativa. As mais antigas esculturas da China foram esculpidas na Idade do Bronze, época em que os escultores confeccionaram pequenas peças de uso ritual. No entanto, somente um tempo depois, durante a Dinastia Qin(221-206a.C), que a escultura ampliou as suas funções e começou a fabricar de figuras de argila, a maior parte delas com finalidade funerária, cujos mais espetaculares exemplos se encontram no conjunto funerário do imperador chinês Qinshi Huangdi, nas proximidades de Xian.
Nos anos 30, época em questão, não há muitos registros de produção artística na China ou em outros países do continente asiático, devido a época ter sido carregada de crises em várias partes do mundo, tensão entre alguns países que travavam uma guerra ideológica durante toda a década desencadeando o início de outra grande guerra no ano de 1939.

Mateus Lopes / Número: 23

Referências bibliográficas:
http://www.historiadomundo.com.br/indiana/arte-e-arquitetura-indiana.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Arquitetura_da_%C3%81sia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paquist%C3%A3o#Arquitetura
http://www.brasilescola.com/historia/a-historia-politica-recente-ira.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Academicismo#.C3.8Dndia
http://www.historiadomundo.com.br/chinesa/arte-arquitetura-china.htm
http://pt.slideshare.net/complementoindirecto/12-l-modernismo
http://www.infoescola.com/artes/principais-movimentos-artisticos-do-seculo-xx/
http://www.infopedia.pt/$arte-ming
http://www.historiadomundo.com.br/arabe/arquitetura-arabes.htm
http://www.flordeliz.tur.br/pacotes-viagens/31419/Arte-e-cultura-India-ORIENTE-MEDIO
http://www.mundoeducacao.com/geografia/as-religioes-no-oriente-medio.htm
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=65
http://www.suapesquisa.com/paises/paises_asia.htm
https://www.pinterest.com/nrodrgueztovar/arte-sovi%C3%A9tico-1930-1940/
http://ealc.fas.harvard.edu/1930-1940
http://www.asianart.com/nies/

domingo, 24 de maio de 2015

A escultura na Oceania

A escultura, arte que se expressa através da criação de formas plásticas, foi de extrema relevância na década de 30. Nesse período, o Surrealismo conquistou ainda mais adeptos de sua ideologia, sendo largamente difundido nos grandes centros culturais do planeta: Europa e Estados Unidos. Isso, no entanto, não significa que outros continentes tenham ficado de fora do circuito artístico do planeta.
Na Oceania, apesar da diminuição da velocidade em relação a produções artísticas, a escultura sempre teve muita força, fosse por meio das influências dos colonizadores, fosse por meio da identidade nativa. Austrália e Nova Zelândia, como sendo os principais países do continente, tiveram suas esculturas mais divulgadas e conhecidas, porém, apenas após a década de 50.
"Fairies' Tree" - Ola Cohn
Por influência dos colonizadores ingleses, pode-se ter como melhor referência grandes artistas de descendência europeia, como Ola Cohn (1892 – 1964) e William Leslie Bowles (1885 – 1954). Além disso, deve-se considerar a força da identidade dos nativos locais, que defendiam um lado considerado, à época, primitivo.
Ola Cohn, australiana de Bendigo, ficou conhecida por seu estilo modernista ao esculpir em madeira, bronze e pedra. Sua mais famosa obra, “Fairies’ Tree” foi feita entre 1931 e 1934 como uma doação às crianças de Melbourne. Tal obra nos revela muito de seu estilo, baseado fortemente em cenas e fatos mitológicos, mas de relação distante à cultura original da Austrália.
William Leslie Bowles
Outro grande escultor foi William Leslie Bowles. Natural de Sydney, lutou como soldado durante a Primeira Guerra Mundial e, após tal episódio, estabeleceu-se em seu país como escultor. Começou seu trabalho no estúdio “Mackennal’s”, logo transformando-se em membro da Sociedade Real de Escultores Britânicos. Por ter sido mais relacionado a grandes monumentos e desenho em moedas da época, o acesso às suas obras torna-se difícil. 
Os aborígenes australianos, por outro lado, foram em uma contracorrente do ritmo de produção de escultores influenciados pelo estilo europeu. A escultura aborígine era feita principalmente com fibras e utilizada em rituais religiosos. Nesses rituais, as fibras eram utilizadas por dançarinos que carregavam a figura de um animal. Dentro de cada uma das comunidades de povos aborígenes em todo o território australiano o processo ritual sofria breves alterações, mas a arte esculpida era semelhante entre todas elas. As fibras utilizadas eram de “Flagellaria indica” e “Pandanus spiralis”, uma espécie de palmeira.
Escultura em fibra aborígene
A Nova Zelândia, caminhando em outro ritmo, não teve escultores notavelmente influenciados pelo estilo dos colonizadores, mantendo, assim, a força da escultura Maori. A “Whakairo”, como é chamada pelos nativos, é um tipo de escultura entalhada que pode ser realizada em ossos, pedras ou madeiras. Os ossos eram utilizados para anzóis e agulhas; as pedras, especialmente a jade (Pounamu) era a matéria prima para inúmeras ferramentas de tipos variados; finalmente, a madeira era transformada em casas, armazenadores, ferramentas e “Taiahas”, uma espécie de bastão utilizado em guerras.
A Whakairo é facilmente identificada por suas formas geométricas e linhas bem demarcadas, bem como pela ausência de perspectiva e profundidade, mas enorme riqueza em detalhes mínimos. É fortemente associada a imagens e rituais religiosos e é uma arte de descendência, pois, além de ser passada de pai para filho, acompanha sempre a mesma linhagem de uma família.
Whakairo
Alguns grandes escultores Maoris foram: Eramiha Neke Kapua (1867 – 1955), filho de Neke Kapua, outro escultor; Piri Poutapu (1905 – 1975), que aprendeu de Eramiha Neke Kapua de 1929 a 1932, quando voltou para sua terra natal e estabeleceu uma escola de whakairo; os irmãos Pine e Hone Taiapa (1901 – 1972 e 1911 – 1979, respectivamente), que trabalharam com Piri Poutapu no mesmo período em que este esteve com Eramiha e que, juntamente a Apirana Ngata, político e advogado, ajudaram a reintroduzir os valores da cultura Maori na Nova Zelândia; Tene Aitere, morto em 1931, entre muitos outros.
Desta forma, podemos ver que, durante a década de 30, a Oceania, mesmo não produzindo necessariamente aquilo que estava em alta no resto do mundo, teve uma grande atividade no campo escultural, mantendo uma forte identidade que pode ser observada até hoje. Todas essas obras de arte podem ser encontradas por turistas em museus espalhados por todo o continente.

Maria Carolina D’ávilla – nº 21

Bibliografia:

quarta-feira, 13 de maio de 2015

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3º ano E