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terça-feira, 26 de maio de 2015

A pintura na Oceania


      
      A Pintura é a arte de pintar em uma superfície, seja um papel, tela ou uma parede. É uma das mais belas formas de expressão feitas pelo ser humano, que marca a nossa trajetória, evolução e história. Na Oceania, na década de 30, esta arte estava se transformando.
     Na Austrália, as  pinturas eram derivadas da arte aborígene, que tem suas origens na pré-história, e também, das influências das artes Europeias, que começaram a se tornarem mais fortes depois da colonização do seu território, no século XVIII.
     Na década de 30, em vários países, estavam se expandindo cada vez mais o modernismo. Cresce uma onda experimentalista na pintura, desejando romper com os padrões culturais e sociais ultrapassados, como o  Academismo. Na Oceania, a arte aborígene exerceu bastante influência nessa geração de modernos.
     Margaret Preston foi um dos pioneiros do modernismo na Austrália e o primeiro defensor da arte aborígine, pois ele dizia que uma identidade moderna  para a Austrália, só poderia surgir, a partir da inspiração da arte “dos primeiros australianos”.

                    
Margaret Preston ”Old Banksia tree” .National Gallery of Australia © Margaret Preston (1936).

     No final dos anos 1930, vários pintores aderiram integralmente ao surrealismo, Albert Tucker, foi um deles. Influenciado pelos pós-impressionistas, expressionistas e pelos reflexos realistas dos artistas Bergner e Danila Vassieff, em 1938, Tucker se juntou a Sociedade de Arte Contemporânea, criada por George de Bell.

                                  
                                      Albert Tucker, Self Portrait,1937.



     Inicialmente, o modernismo não foi muito bem aceito na Oceania, recebendo várias críticas, mas aos pouco foi ganhando força. Grandes pintores surgiram na década de 30, transformando e transbordando essa grande arte que é pintar.


                                           Bibliografias


Nome: Daniella Úrsula de Macêdo Marques
N°: 04
3° E

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Pintura Europeia

A pintura é a técnica que consiste em aplicar pigmentos a uma determinada superfície, seja papel, tela ou parede. É uma forma de expressão artística utilizada desde a pré-história em rochas e caverna, que foi se modificado aos poucos.
No século XX ocorreram várias mudanças históricas, como consequências do Pós Guerra. Esse período possibilitou o surgimento de novos movimentos artísticos na Europa, como o Expressionismo, Fauvismo, Cubismo, Futurismo, Abstracionismo, Dadaísmo, Surrealismo, Op-art, Pop-art.
O marco inicial do Modernismo foi em 1915. A arte foi muito prejudicada a partir de 1935 com as limitações impostas pela censura que organizava as amostras e decidiam os temas e a estética. Nesse movimento destacou-se a pintora Maria Helena Vieira da Silva.
O Surrealismo surgiu na década de 20 e permaneceu até 1939.  Caracterizado pela expressão do pensamento espontâneo e automático, tinha como objetivo ultrapassar a tradição lógica do Renascimento. Os principais pintores surrealistas foram Salvador Dalí, Max Ernst e René Magritte.



Salvador Dalí - "Girafa em chamas", 1937.

Max Ernst - "L'Ange du Foyer ou Le Triomphe du surréalisme", 1937.



Maria Helena Vieira da Silva - "As bandeiras vermelhas", 1939.

Bibliografia:

Pintura africana

        Ao se pensar em arte africana, o que já salta em nossas mentes é toda a riqueza e diversidade do material cultural que a África produziu durante toda sua história. Porém, nem sempre foi assim, discriminada e marginalizada, a arte africana tinha de tudo para se estar perdida nos dias de hoje. Já sofreu com saques, destruição, e preconceito... sim, preconceito por ser uma arte originada de povos escravos e ditos "inferiores". Apesar disso, ela se mantém forte, fortíssima por sinal, e nos tempos modernos vem sendo muito admirada e estudada, e sendo inspiração para muitos artistas contemporâneos.

Wagner Marques 
Número: 36

Bibliografia:
http://www.arteafricana.usp.br/codigos/textos_didaticos/001/por_dentro_e_ao_redor.html

Postado por Luciane.

A pintura na Ásia

  A Ásia é o maior dos continentes tanto em espaço físico quanto em população. Devido a sua grande área e quantitativo de pessoas possui uma cultura rica e cheia de detalhes, mas essa vastidão territorial também dificulta a compreensão do continente como um todo. Sabendo disso foi feita uma divisão do continente em cinco grandes conjuntos, sendo estes: Oriente Médio, Ásia Meridional, Ásia Oriental, Sudeste asiático e Comunidade dos Estados Independentes (CEI), a ex-União Soviética.
  A pintura é uma arte milenar e bastante valorizada na Ásia. Dentre os países asiáticos podemos destacar alguns como a Rússia, a China e o Japão. Na Rússia, a pintura recebeu, ate o começo da década de 30, grande influencia das vanguardas europeias e, principalmente, do Modernismo, movimento surgido na década anterior. O Japão, apesar de ser pequeno territorialmente, era e ainda é uma das maiores potências do globo e teve, no período em questão, sua cultura bastante disseminada pelo continente e mesclada com ideias ocidentais. Já na China, onde a pressão para modernizar o país e introduzir no Estado ideias ocidentais exerceu influencia também nas artes, muitos pintores saíram rumo ao Japão e à Europa em busca de conhecimento de novas técnicas. Ao regressarem à China introduziram diversas inovações que, ainda assim, não foram absorvidas totalmente ou aceitas, de modo que, alguns setores das artes seguiram os estilos tradicionais, tanto no mercado interno quanto às exportações. 
  Na parte ocidental do continente, o Oriente Médio, as artes descendem dos impérios romano e otomano e na década de 30 foram fortemente influenciadas pela penetração da Europa imperialista na Ásia.
  Nos anos 30 por todo mundo havia um sentimento nacionalista nas pessoas e consequentemente nas coisas que elas produziam. E mesmo com todo nacionalismo as culturas asiáticas não ficaram inertes às influencias das vanguardas europeias e, portanto, tivemos no cenário das artes algumas mudanças, contudo nada que descaracterizou ou rompeu as tradições de cada país.
Mateus Lopes, 23, 3º ano ‘E’
Referências bibliográficas:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vanguarda     
http://www.infoescola.com/artes/vanguardas-europeias/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_da_Mesopot%C3%A2mia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mesopot%C3%A2mia
http://www.infoescola.com/historia/dinastia-qin/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Neocolonialismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imperialismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Artes_da_%C3%81sia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_Oriente_M%C3%A9dio
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura_do_Afeganist%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paquist%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Predefini%C3%A7%C3%A3o:Pintura_da_%C3%81sia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Afeganist%C3%A3o#Cultura
http://www.e-escola.com.br/Ensino-Historia/historia_das_artes.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pintura_na_R%C3%BAssia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Construtivismo_russo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pintura_isl%C3%A2mica
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pintura_do_Jap%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81sia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_do_Jap%C3%A3o

http://www.consciencia.org/as-artes-arabes-pintura-escultura-artes-industriais

A Pintura na América na década de 30

Pintura é a arte de pintar qualquer superfície utilizando pigmento  de textura pastosa. Dessa forma, se consegue passar contrastes, movimento e inclusive emoções ao observador. Na América a pintura era voltada ao modernismo e a movimentos de semelhante influência.
Durante esse período houveram grandes artistas, cada um com sua característica específica, como Portinari, que neste período era muralista brasileiro, pintava com uma técnica próxima a dos muralistas mexicanos, mas também  era próximo aos europeus, a temática de seus murais era essencialmente brasileira. Além deste havia Di cavalcantti que assim como Portinari era brasileiro e pintava na mesma fase que Portinari porém, preferia retratar muito mais a cor se aproximando assim do expressionismo, além destes tivemos muitos modernistas na América do Sul e principalmente no Brasil, mas não fugiam muito a essas duas características.
John Stuart Curry-"The Settlement of Kansas"(1937) 
Enquanto na América do Sul se pintava desta forma, nos Estados Unidos era desenvolvido o movimento regionalista, com os muralistas americanos, a arte era focada no dia a dia dos norte americanos, costumava-se utilizar cores e formas bem definidas, além de um trabalho em traços visíveis, que contavam a historia de um estado ou local específico, que normalmente tinha relação com o autor da obra ou com o local que era pintada.
No méxico tivemos muitos muralistas como Diego Rivera e muitos outros, que pintavam baseado no movimento político e na sociedade que viviam, Diego por exemplo era famoso pelas críticas sociais que fazia a desigualdade instaurada no México e por suas profundas criticas ao governo vigente, em 1930 ele foi chamado para pintar nos Estados Unidos sendo ali conhecido como um dos pintores mexicanos mais famosos daquele pe, ele influenciou muitos outros artistas como Frida Kahlo.
Desta forma se pode concluir que a arte na América durante a década de 30 era totalmente baseada no dia a dia de cada pais, retomando um pouco do nacionalismo romântico e ainda podemos adicionar a isto a influência de movimentos econômicos e políticos, era uma pintura deveras social, voltada em sua maioria para a desigualdade provocada pelo governo.
Candido Portinari-  "Café"(1935)
Diego Rivera- "Man, Controller of the Universe"(1934)
Thiago Soares Silva - n°34


Bibliografia:

quarta-feira, 13 de maio de 2015

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3º ano E