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terça-feira, 26 de maio de 2015

Cinema no continente africano

O cinema na África não tem tanta credibilidade no mundo devido principalmente ao mau investimento e muitos outros fatores que impedem a grande produção de filmes. No entanto, na era colonial, o continente africano foi representado por vários cineastas do ocidente que eram vistos como sem cultura própria e sem história.
Um dos maiores sucesso produzido foi "Tarzan”, que conta a lenda do menino órfão criado por gorilas, após a morte de seus pais aristocratas ingleses em expedição na África, à procura de um meteoro capaz de gerar novos recursos naturais para civilização ocidental. Através desse filme é mostrada a influência da Europa por cima dos países restantes. E isso acontece não somente nesse filme, mas em vários outros produzidos.
Devido as dificuldades de passar outros filmes e de obter algum lucro com isso, as parcerias começaram a ter uma adaptação em suas obras. Os cineastas africanos têm certos problemas ao atingir seu público, por isso as salas de vários cinemas geralmente teriam que exibir os filmes americanos e europeus primeiro. Levando em consideração os seguintes aspectos, que é a partir da falta de estrutura, de desenvolvimento tecnológico e de apoio é que o espetáculo não prossegue no restante do mundo.
Talyta Nepomuceno – 30
Bibliografia:

http://sac3i.blogspot.com.br/2012/04/africa-cinema.html?m=1

Postado por Luciane.

Cinema na Europa

A década de trinta foi um período bem conturbado em todo o mundo. Ela começa meses após a quebra da bolsa de valores de Nova York, que influenciou todo o mercado econômico e político mundial, e ocorreu devido a uma superprodução. No cinema, o fim da década de vinte e o início da década de trinta foi uma época de evolução, pois foi durante esse tempo que os filmes passaram a ter sons.
Com a Primeira Guerra Mundial, os EUA passaram a produzir muito, exportavam seus produtos para vários países. Quando a guerra termina a Europa foca seus objetivos em recuperar sua economia, quando isso ocorre, deixa de comprar alguns produtos estadunidenses. Desta forma, gerou um excesso de produtos americanos com pouca demanda, fazendo com que os preços das mercadorias e ações caíssem e gerando desempregos e falências. Assim, os EUA diminuem sua importação espalhando a Crise para diversos países. Em resposta à crise econômica e política, surgiram os regimes autoritários em vários países da Europa e América do Sul.
No final dos anos 20 e início dos anos 30, o cinema deixa de ser mudo e passa a ser sonoro. Nos anos 30, foram erguidos estúdios cinematográficos na Europa, como por exemplo, Cinecittà (em Roma), Pinewood (em Londres), etc., isso já significou um grande avanço para o cinema europeu.
 Nos primeiros anos da década de 30,o cinema era um dos poucos capazes de competir com o cinema estadunidense,nele tinha vários diretores e cinegrafistas famosos, produzia vários filmes como “O Vampiro de Dusseldorf”, “O anjo azul”, etc. Com a ascensão nazista ao poder, a indústria cinematográfica germânica fica estagnada, muitos profissionais, de origem judia, são obrigados a sair do país e rumar para a América e para o restante da Europa. Porém, permanecem ainda alguns profissionais adeptos ao novo regime. O nazismo usou o cinema como forma de disseminar sua propaganda, fez filmes estimulando o preconceito étnico, a xenofobia, o patriotismo, condenando os judeus por serem ricos explorando o povo, criticavam os inimigos e tentavam impor um padrão de comportamento ideal alemão.
Com a indústria cinematográfica alemã em crise, foi o cinema francês quem se tornou o mais importante, lá se encontrava os principais cineastas europeus. Na Itália, o cinema também serve como propaganda de Mussolini, o que impede que o cinema evolua tanto quanto nos países vizinhos. Na União Soviética, os cineastas conseguem desenvolver melhor o seu trabalho, apesar de ter que seguir as ideologias socialistas e às vezes exaltar a figura do líder. Na Grã- Bretanha, o cinema mantém elo com Hollywood, revezam entre si profissionais, diretores e atores.
A década de 30 marcou o cinema mundial com o desenvolvimento de novas tecnologias, como os sons, e por uma nova função: a de disseminar a ideologia política de vários movimentos vigentes na época. Desta época até os dias atuais, a evolução é notória, os filmes passam a ser coloridos, com tecnologia 3D, efeitos especiais, dentre outras coisas, evidenciando o quanto o cinema evoluiu.
Bibliografia:


Douglas de Castro Vieira N: 06

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Cinema na América

O cinema é uma arte, e meio de comunicação em massa podendo ser educativo, musical, comédia, enfim, existem muitas vertentes dentro do que chamamos de cinema, e através de imagens em movimentos concede a livre expressão e reprodução de vários sentimentos para povos de diferentes lugares e culturas. Nos anos 30, essa arte tecnológica foi marcada com a recente chegada do som, instigando a criação de vários modelos diferenciados de filmes como os musicais. Tendo como destaque na indústria cinematográfica Americana da época os Estados Unidos da América, México, Brasil e Argentina.
Os EUA estava em evidencia com Hollywood e a utilização de som que estava transformando o cenário cinematográfico, fazendo com que os atores dessem mais atenção à voz, os estúdios procuraram atores com melhores expressões, e maior definição de personagens através dos escritores. O início da década de 30 também foi marcado pela produção dos primeiros filmes a cores: o desenho animado da Walt Disney Flowers and Trees, de 1933, e a longa-metragem Becky Sharp, de 1935.
No México, depois de chegarem a alguma estabilidade política e paz, a cinematografia desestagnou tendo uma grande remessa de filmes. Uma das coisas que ajudaram na movimentação do mercado cinematográfico no país, foi à visita de um dos mais importantes cineastas soviéticos, Sergei M. Eisenstein.
No Brasil, entre 1923 e 1932, o cinema brasileiro vive uma expansão, e são produzidos 120 títulos, nos chamados ciclos regionais. Após a expansão vivida, na década de 30 o país faz diversos acordos comerciais estabelecendo que os filmes norte-americanos passassem a entrar no Brasil livres de taxas alfandegárias. No ano de 1931, foi lançado um musical chamado “coisas nossas”, de Wallace Downey. Um musical cantado em português, com cantores brasileiros, e que fez grande sucesso já que a indústria do cinema brasileiro tinha acabado de produzir seu primeiro filme sonorizado e lançado em 1929 chamados "Acabaram-se os otários".
No começo dos anos 30, a cinematografia argentina é uma das principais de toda América Latina, junto ao México e Brasil. A idade de ouro chegou com o nascimento de produtoras como, Argentina Sono Film e Lumilton. A chegada revolucionária provocada pelo sistema sonoro teve uma grande influência sobre o público. Em 1931 foi filmado “Muñequitas porteñas”  dirigido por José A. Ferreyra. Sendo esse o primeiro filme sonoro e falado pelo sistema Vitaphone sincronização de som.
Portanto, o cinema na América pela década de 30 ficou em grande evidência com a chegada do som. Ocorreu uma melhoria no catálogo de atores, roteiristas e diretores. O público se interessou mais pela, considera sétima arte, após as suas evoluções, aumentando a importância de países que produziam tal conteúdo e o seu capital também.


João Matheus Dias Pisco Rodrigues
Número:13

Bibliografia :

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema_do_M%C3%A9xico
http://pt.slideshare.net/marcelobellotti1/dcada-de-30
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_cinema#Anos_30
https://clubesocialdasbanalidades.wordpress.com/2010/05/09/historia-do-cinema-decada-de-30/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_cinema
http://es.wikipedia.org/wiki/Cine_de_la_Argentina
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema_do_Brasil
http://dc.itamaraty.gov.br/cinema-e-tv/historia-do-cinema-brasileiro
http://ocinemabrasil.blogspot.com.br/

http://cinecasulo.blogspot.com.br/2012/03/o-cinema-argentino-como-marca-de-um.html

Cinema na Ásia

Por: Ilka Thaís n° 10

Zootropo (Versão moderna)
         O cinema nasceu de várias inovações que vão desde o domínio fotográfico até a síntese do movimento utilizando a persistência da visão com a invenção de jogos ópticos, dentre eles, o thaumatrópio (1820 a 1825 por William Fitton), o fenacistoscópio (1829 por Joseph-Antoine), zootropo (1834 por Will George) composta por um tambor circular com pequenas janelas recortadas, através das quais o espectador olha para desenhos dispostos em tiras. Ao girar, o tambor cria uma ilusão de movimento aparente.
A história do cinema na Ásia segue-se da seguinte forma: encontrou-se, em Shahr-i Sokhta, Irã, uma tigela feita de barro de 5200 anos, trazendo cinco imagens pintadas de uma cabra em sua parte externa. Acredita-se que este item é um exemplo de animação feita naquela época. Mo-Ti, um filósofo chinês, o qual viveu por volta de 500 a.C., discorreu sobre fenomenologia da luz invertida, vinda do mundo externo, irradiada através de um pequeno orifício na parede oposta em um quarto escuro. Por volta do ano 180 d.C., Ting Huan, criou um zootropo na China. O teatro de sombras surgiu durante a Dinastia Han e depois, ganhou popularidade pela Ásia. Em 1051, Alhazen, um cientista iraquiano, experimentou o mesmo princípio ótico descrito por Mo-Ti, o qual forneceu a primeira descrição clara e uma análise correta da câmara escura. Seu experimento com lâmpada a óleo, em que várias fontes de luz diferentes são dispostas ao longo da uma grande área foi o primeiro a projetar com sucesso uma imagem inteira do exterior para uma tela em um ambiente interno com a câmera escura.
Na Thailândia a década de 30 na indústria cinematográfica teve sua época de ouro e surgiram os primeiros estúdios de produção de filmes. O primeiro filme com som produzido na Thailândia foi Long Thang Gone Astray (1932) o primeiro filme em cores produzido foi Pu Som Fao Sap (1933) ambos de Sri Krung.
No Japão, diferentemente dos Estados Unidos, os filmes mudos ainda estavam sendo produzidos na década de 30. Filmes falados notáveis do período incluem As Irmãs de Gion (1936) e Elegia de Ozaka (1936), ambos de Mizoguchi. O estilo de Mizoguchi é clássico, com tomadas longas e sem close-ups, e possui uma preocupação humanista, cujo o ser humano recebe uma atenção maior, sendo colocado como principal, numa escala de importância.
Na Turquia, a maior parte dos filmes turcos produzidos antes de 1950 eram projetos iniciados por empresas importadoras pertencentes a famílias locais, mas notavelmente Ipek Film, uma empresa agregada à Ipek Merchandise, empresa de importação que já existia no século XIX como pode ser visto em seus anúncios publicados em antigos jornais publicados em otomano, como Servet-i-Fünun. No entanto, a notável evolução dessas empresas deve ser encarada como as adaptações necessárias para o progresso tecnológico da indústria cinematográfica ocidental. Um exemplo é a criação do Marmara Dubbing Studio no início dos anos 1930, quando a era do silêncio chegou ao fim no ocidente, e os filmes com som tornaram-se o novo padrão, o que levou as empresas dependentes da importação a ter de se ajustar às novas exigências tecnológicas. Apesar de todos os impedimentos por parte do governo, que ocasionou em um atraso, no ramo cinematográfico, o continente asiático, sobressaiu-se conseguindo chamar a atenção do mundo através do seu trabalho criativo e esplêndido.


Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_cinema
http://almanaque.folha.uol.com.br/anos30.htm
https://clubesocialdasbanalidades.wordpress.com/2010/05/09/historia-do-cinema-decada-de30/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema_da_%C3%81sia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema_da_Coreia_do_Sul
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema_do_Jap%C3%A3o
Acesso em 22/05/2015

domingo, 24 de maio de 2015

O cinema na Oceania

Conhecido como “a sétima arte”, o cinema, desde sua criação, tem se tornado cada vez mais uma forte maneira de livre expressão e ferramenta de comunicação entre povos. Tal forma de arte, durante a década de 30, foi muito difundida através de películas emblemáticas, como “King Kong” e “...E O Vento Levou”. Produções como essas, entretanto, eram mais comumente feitas na Europa e América do Norte.
Na Oceania, o cinema apenas começou a se desenvolver fortemente na segunda metade do século XX, a partir do lançamento do filme “Jedda”, em 1955. Anteriormente, pouquíssimos filmes eram rodados em terras oceânicas – sua maioria era composta por documentários sobre os nativos locais.
Judith Anderson em foto de
1936
Contudo, grandes atores nasceram e cresceram no continente, tendo ido para a Europa e Estados Unidos para construir uma carreira no cinema de língua inglesa. Um exemplo a ser tomado é a atriz Judith Anderson. Nascida na Austrália Meridional, ela gravou seu primeiro filme em 1933 nos Estados Unidos da América. A produção, intitulada “Blood Money” a lançou no mercado cinematográfico e a colocou como destaque em outra produção (“Rebecca”, 1940), que a alçou ao estrelato.
Outro grande representante da Oceania no cinema foi o ator Winter Hall, nascido na Nova Zelândia e figura do cinema mudo. Estima-se que, entre 1916 e 1938, ele tenha aparecido em 127 produções – de maioria estadunidense. Em sua carreira na década de 30, fez quatro filmes de grande destaque, mas encerrou suas atividades no ano de 1938.
Ainda hoje, muitos atores saem de seus países natais para procurar melhor visualização e alcance de seus trabalhos em Hollywood, como Hugh Jackman e Nicole Kidman, vencedores de Óscares e Globos de Ouro. Apesar de o desenvolvimento de tal indústria ser bem maior e mais número nos dias atuais, admite-se que há melhores oportunidades na América.
Deve-se, com disso, perceber a década de 30 como uma época de poucas produções na Austrália e Nova Zelândia, principais países do continente oceânico. Antes e depois desse período foram rodadas películas variadas em ambos os territórios – graças a isso, essa época é tida como o “período de silêncio” da sétima arte na região.
Dessa forma, é possível perceber que, mesmo com uma baixa produção cultural cinematográfica, a relação da Oceania com a produção cultural no planeta nunca ficou completamente estagnada. Atores e diretores que viajaram em busca de melhores trabalhos abriram uma rota de oportunidades para os que ainda estavam por vir, assim como influenciaram as produções nativas até hoje. A década de 30 não foi, afinal, um período de total silêncio; foi apenas uma pausa para enriquecimento intelectual na busca de melhoramentos dentro de seus próprios limites.

Maria Carolina D’avilla – nº 21

Bibliografia:

quarta-feira, 13 de maio de 2015

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3º ano E